Coordenadora Pedagógica Maísa

domingo, 10 de julho de 2011

NO REINO DAS LETRAS FELIZES

O livro NO REINO DAS LETRAS FELIZES conta a história de um reino que vive no mais absoluto silêncio. Seus habitantes, as letras, vivem cada uma pra si, sem se comunicar. A rainha Alfa, insatisfeita com aquela desunião, promove um grande baile no qual são apresentadas as vinte e seis letras que formarão o alfabeto. A obra trabalha de maneira lúdica e educativa as vogais e as consoantes, enfocando-as como importantes meios de comunicação e crescimento cultural.
Uma história da autoria de Lenira Almeida Heck (autora brasileira) sobre as letras do alfabeto, útil para abordar as letras do alfabeto com crianças desta faixa etária, distinguindo as vogais das consoantes e realçando a importância da harmonia e da cooperação para o bom funcionamento de um grupo.
Colegas, mas é preciso ficar atentas, para que o alfabeto realmente ajude na compreensão do funcionamento da escrita, é preciso saber usá-lo. Isoladamente, ele não é nada além de uma lista de letras. Apenas mandar a garotada ler a seqüência de A a Z não faz ninguém avançar na alfabetização. Memorizar a ordem das letras é importante, mas esse saber deve ser acionado pelas crianças durante atividades de reflexão sobre a escrita, o alfabeto da classe é um companheiro permanente para quem ensaia os primeiros passos no universo da escrita.
Veja o que diz o PCN "Não é possível tomar como unidade básica de ensino, nem a letra, nem a sílaba, nem a palavra, nem a frase, que descontextualizadas, pouco tem a ver com a competência discursiva, que é questão central. Dentro desse marco, a unidade básica de ensino só pode ser o texto" PCN /Língua Portuguesa (1997, p. 35/36). “Cabe, portanto, à escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e a interpretá-los (...). A escola precisa oferecer variados materiais impressos de leitura que sirvam como referência e fonte de formação no processo de aprendizagem da língua escrita”. PCN/Língua Portuguesa (1997, p. 30 e 105).
É utilizando – se de textos reais, tais como listas, poemas, bilhetes, receitas, contos, piadas, entre outros gêneros... Que os alunos podem aprender muito sobre a escrita e a leitura.
Ler leva ao gosto, ao prazer, ao vício, e ninguém melhor que o professor para fazer o papel de SHERAZADE, do contador de história, de aliciador que encaminha o aluno no mundo extraordinário e causador de prazer indescritível...

Procedimentos didáticos.
O professor deve:
1. Comece a aula com uma roda de conversa, estimulando todos a contar a você e aos colegas o que mais gostam de fazer, quais as letras que já conhecem, quais palavras já sabem ler e escrever, quais os assuntos que estudaram antes das férias...;
2. Antes da leitura, informar os alunos sobre o livro que será lido, antecipando à temática, as personagens, o local em que a narrativa ocorre, favorecendo, assim, o interesse dos alunos pela história;
3. Após a leitura incentivar os alunos a falar do trecho de que mais gostaram, comparar com outras histórias já lidas e trabalhadas, reler alguns trechos, retomar ilustrações;
4. Fazer revisão dos conteúdos 1° semestre;
• Ajustar o nível de desafio às possibilidades dos alunos para que realmente tenham problemas a resolver;
5. Organizar agrupamentos heterogêneos produtivos, em função do que os alunos sabem sobre a escrita e sobre o conteúdo da tarefa que devem realizar;
6. Garantir a máxima circulação de informação, promovendo a socialização das respostas e dos procedimentos utilizados pelos grupos;
7. Usar e abusar do alfabeto móvel;
8. Por meio de um trabalho com nomes e de palavras contextualizadas, possibilitar aos alunos o desenvolvimento do conceito de letra e das combinações possíveis entre elas;
9. Acompanhar as hipóteses levantadas pelo aluno para perceber em que etapa do processo de aprendizagem do sistema de escrita ele se encontra;
10. Levar o aluno a formar palavras por meio da organização das letras, compreendendo a importância da posição que a letra ocupa na palavra;
11. Fazê-los perceber que se escreve com letras, que as letras não podem ser inventadas, que para notar a palavra de uma língua existe um repertório finito (26, no caso do português); que letras, números e outros símbolos são diferentes;
12. Organizar o trabalho pedagógico que possa envolver atividades de leitura, atividades de reflexão sobre o sistema notacional de escrita e atividades de produção de textos orais e escrito dos diversos gêneros, considerando os diferentes níveis de conhecimentos dos alunos;
13. Ajudar o aluno a desenvolver a comunicação oral por meio da exposição de ideias;
14. Ajudar o aluno ampliar os conhecimentos sobre o sistema de escrita, trocando experiências e discutindo a grafia das palavras;
15. Trabalhar e organizar com os alunos uma lista;
16. Realizar atividades em grupo, para que os alunos possam compartilhar decisões e respeitar opiniões;
17. Trabalhar com os alunos a ordem alfabética.


Quer conhecer o livro No Reino das Letras Felizes e suas Atividades ?


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